03 fevereiro, 2011

Quando o tempo parou

Quando o tempo parou

Ainda lembro do momento em que te vi, no começo não percebi o quanto tínhamos em comum. Os mesmos olhos incomuns, os mesmos sonhos descomuns.
Você apareceu do nada, sem pedir permissão entrou na minha vida como quem chega em casa, e ficou. Ficou ali, parada até que eu me desse conta da sua presença, como foi possível que eu demorasse tanto a perceber que você estava ali pra mim?

Depois do susto inicial, abri minha vida para que você pudesse entrar totalmente nela...

O que eu podia esperar? Que fosse difícil, imagina alguém entrando na sua casa, mudando os móveis de lugar e ocupando a sua mente só com um olhar. Mas não foi o que aconteceu, você chegou pra ficar e não me incomodou...eu senti medo, não sabia se te odiava ou se te agradecia por isso.

É engraçado como a mente demora pra perceber coisas desse tipo, minha cabeça estava fechada, mas meu coração não, só que ele é mudo e não pode gritar desde o princípio. "Vai em frente...é ela!".
Ele é mudo, mas me deu um sinal, quando eu te vi ele acelerou. Taquicardia como sempre acontece...e de repente...o tempo parou.


Esse texto é do Rodrigo Lima, e recebeu uma pitada de ideia minha.
O Rodrigo é uma amizade adquirida recentemente, e o guri tem talento.
O blog dele é o  Caverna do Eremita,
e um post que super indico é esse aqui: As duas faces.
Umbeijo!

Um comentário:

Rodrigo disse...

Hehehe brigadão Carol, você também tem muito talento... provavelmente eu não ia terminar esse texto sem a sua ajudinha. ;)
Beijocas